| Diogo's profileA Bigorna da JustiçaBlogListsNetwork | Help |
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January 02 All about JazzHá pouco tempo, por meio do portal BBC, conheci o site “All about Jazz” e, desde então, virei um assíduo freqüentador. O site é simples, mas riquíssimo em informações. Talvez não seja o melhor lugar para começar a aprender sobre Jazz, mas só o perfil de John Coltrane já paga a visita. Confira: December 30 Um retorno ao heavy metalO Iron Maiden foi uma das bandas mais marcantes da minha adolescência. Apesar de eu não ter vivido durante a idade de ouro do heavy metal inglês, nos anos 80, acabei me interessando por esse tipo de som, em época bem mais recente, devido às conversas com um dos porteiros do meu prédio, o Carlos. O Carlos – ou Casé, pros mais íntimos – merece um tópico próprio, porque é uma das pessoas mais especiais que conheço. Interessa, no momento, falar sobre minha iniciação teórica ao mundo do rock, que se deu, como já disse, por meio do Carlos. Este, de fato, viveu sua juventude durante os anos 80 e assistiu, não só ao apogeu do Iron, mas também ao de bandas como Queen, AC/DC, Scorpions e outras. Além destes grupos, por ele conheci outros um pouco mais antigos, como os famosos The Who, Deep Purple, Pink Floyd, Led Zeppelin e Black Sabbath. Nos últimos tempos passei a ouvir outro tipo de som, freqüentemente Jazz, MPB e R&B, mas não desprezo um bom hard rock ou um heavy metal veterano. Por isso, na semana passada quase tive um ataque do coração ao ver clássicos do Maiden a preço de banana nas Lojas Americanas. Não sucumbi à tentação de comprar vários CDs, até porque o bolso já não permitia. Mas, para evitar arrependimento maior futuramente, juntei as pratinhas e adquiri, orgulhoso, um “The Number of the Beast”, o primeiro com Bruce Dickinson nos vocais. Confesso que já não sou o fã de outrora: pra quem se habituou à guitarra limpa do sensível Stanley Jordan, os riffs de Murray e Smith, do Iron, soam quase como insultos. Mas, admito, a qualidade vocal de Dickinson e o ritmo galopante do baixo de Harris ainda impressionam. Harris, além de exímio instrumentista, possui ainda outra qualidade prodigiosa: é um grande letrista. Longe de se ater apenas à batida temática satanista – mais marketing do que coisa séria – Harris envereda por vários caminhos, muitas vezes inspirado pelos escritos de Edgar Allan Poe (autor de famosos contos de mistério como “A Carta Roubada” – tenho uma coletânea de histórias dele, editora L&PM POCKET, 2005). Do “The Number of the Beast” destaco o hit Hallowed be Thy Name, cuja letra segue abaixo. I’m waiting in my cold cell, when the bell begins to chime |
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